quarta-feira, 24 de novembro de 2010

24.11.2010



Desde semana passava, estava com a idéia de te escrever uma carta, afinal o ano escolar está acabando, e sem ser na saída da escola - o que vem acontecido com menos frequencia - quando te verei novamente? .
Então, era pra ter saído cedo, pegado o ônibus e ir embora, mas não quiseram nos liberar.. Então, resolvi escrever aquela carta pra você, não sei porque, mas eu sentia necessidade de escreve-la e te entregar... Caso não conseguisse, mandaria pelo professor que temos em comum, e que sabe que te conheço, correndo o risco de ele ler.
Fui embora com a G', enrolei muito na frente da rua da empresa onde você trabalha, sabendo que a qualquer momento você podia vir na minha direção e entrar naquela rua ou sair de lá. Enrolei, enrolei e acabei indo embora, descrente de que te encontraria.. e no último minuto do segundo tempo.. te vejo, e o que fazer? eu não tinha sequer pensado no que falaria, e quando você por mim, cadê a coragem de pedir o abraço.. ou falar a respeito da pasta azul, meus olhos tremiam, e meu coração estava quente - não, eu não sabia que minhas palpebras conseguiam tremer, as bochechas lá, elas sempre tremeram quando te viram e o meu coração, eu sequer sabia que ele estava frio, mas ele esquentou de uma maneira estranha - e tudo que eu consegui dizer foi "OI, AINDA LEMBRA DE MIM?" e você.. brincando ou falando sério disse que "MAIS OU MENOS" como uma pessoa lembra da outra mais ou menos ? pow, eu falei que te amo, e tu ao menos lembra de mim ? obrigado, eu poderia ter dado um ataque de revolta e não entregar a carta, poderia te abraçar do nada, mas não, eu fiquei imóvel, esqueci de comentar, minhas pernas também resolveram tremer.. acho minhas cargas elétricas não combinam com as suas, dá um curto circuito em meu corpo quando a gente se encontra.. k. Enfim, tudo que eu consegui fazer foi dizer isso e te entregar a carta e dizer tchau! Eu poderia ter aproveitado muito mais esse meu momento perto de ti, mas não consegui.. meu sistema nervoso me abalou profundamente. E eu também não sabia se você queria ou não trocar umas palavras comigo ou sequer ficar em silêncio, mas saber que eu estava ao teu lado, não que isso te importe, é eu não sei o que você pensa ou sente.
E eu não sei se devo perguntar ou não o que achou, porque você provavelmente não vai vir falar comigo, e espero ter inspiração pra te escrever outra carta.. e entregar amanhã ou depois.. seja quando for.. mas que eu te entregue, e espero que não jogues fora, se for jogar fora .. que me dê.
te aaaamo bebê D:

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Sabe aqueles filmes em que aparecem cenas Clichês, em que os personagens principais estão perto um do outro, mas devido aos "desencontros" do tempo, os dois ficam se passar um pelo outro ? É... me senti assim hoje, e se eu tivesse saído mais cedo ? E se ele tivesse se atrasado, não passariamos um pelo outro ? E porque ele saiu da rua, logo depois que eu passei por ela ? ... Como explicar ?
Isso faz lembrar uma música que ambos gostamos do Charlie Brown Jr... "ME ENCONTRA... OU DEIXA EU TE ENCONTRAR..." mas mesmo o vendo de longe nesses últimos dias, já estou contente o bastante, só de saber que ele está bem, mesmo sem perguntar...

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Há dois meses átras, eu iria correndo te dizer oi, saber se esta tudo bem, falar que adorei te ver, ou que estou morrendo de saudade, ou puxar assunto lá onde não tem.
Mas hoje, quando te vejo online, fico com receio de ir falar com você, receio do que vai achar, receio do que vai falar, receio do momento em que ambos apertamos o esc...
Eu ainda te amo muito, mas será que você ao mesmo chegou me considerar algo na tua vida?